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Isabella Morenna

Arte-educadora e graduanda
em Artes Visuais pela UFG.

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Que mulher sou eu?

“Era uma estrela tão alta. Era uma estrela tão fria. Era uma estrela luzindo na minha vida vazia”- Trecho do Poema: A estrela de Manoel Bandeira

Que mulher sou eu? Tenho a pele a clara? Escura? Meu cabelo é liso? Enrolado? Isso não importa.
Que mulher sou eu? Tenho vinte anos. Trinta, trinta e cinco… quarenta. Isso não importa.
Que mulher sou eu? Minha família me “aceita”? Sou a “ovelha negra”? A “ovelha branca”… Isso não importa.
Que mulher sou eu? Sou casada? Solteira? Divorciada? Filha, mãe, esposa, irmã, avó, madrinha… Isso não importa.
Quem sabe me dizer que mulher sou eu? Ninguém… Acho que ouvi algo… Há sim, há uma voz doce, suave, que por sinal se parece com a minha.
“Querida menina, tão cheia de sonhos… Você é um lírio do campo, a flor que desabrocha. A chuva que cai. Você é a benção da vida. Você é um anjo de Deus na Terra. Sei que você consegue vencer todos os rótulos que lhes impõe, mas deve tentar vencer a si mesma. Vença o seu medo, a sua insegurança. Cuide de você. Cuide de quem você sabe que é… e voe, vá para o alto observar como essa sua chance é bela. Perceba seu valor diante da vida, a vida que Ele te deu.

Isabella Morenna

Projeto Cinema no Museu Antropológico da UFG

No dia 12 de fevereiro de 2010, sexta-feira, às 14:00 horas será realizada mais uma mostra do Projeto Cinema no Museu Antropológico da UFG.

O filme “Horas de Verão” será comentado pela Professora Manuelina Maria Duarte Cândido, da Faculdade de Ciências Sociais da UFG.
Um filme Francês, “Horas de Verão” foi dirigido por Olivier Assayas, lançado em 2008, com duração de 103 minutos.
Na obra acompanharemos a história de dois irmãos e uma irmã de quarenta anos,com trajetórias diferentes, que se chocam quando sua mãe, que preservava a obra de seu tio, o excepcional pintor do
Século XIX, Paul Berthier, morre repentinamente. Os filhos são levados ao confronto de suas diferenças. Adrienne, uma bem sucedida designer em Nova York; Frédéric, economista e professor universitário em Paris; e Jérémie, um dinâmico empresário que vive na China, são apresentados às texturas e lembranças do final da infância, às memórias partilhadas, criando uma visão única do futuro.
O projeto será realizado no Miniauditório do Museu Antropológico, na Praça Universitária, nº 1166, no Setor Universitário. A entrada é franca. Os participantes iram receber certificado de participação e declarações se necessário.

Mais informações nos telefones (62)3209-6375 e (62)3209-6010, falar com a Coordenação de Intercâmbio Cultural do Museu Antropológio. Também pelo site www.museu.ufg.br .

O Projeto Cinema no Museu Antropológico foi iniciado em julho de 2009. Tem como um dos seus principais objetivos promover a cultura dentro do espaço museal por meio de debates entre o público e um especialista do ramo.

Após uma belíssima seção de cinema, o diálogo entre esses autores é iniciado, construindo ou descontruindo saberes e opiniões sobre os mais variados aspéctos apresentados da obra cinematográfica. Se você ainda está de férias ou gostaria de participar de uma programação diferente, saindo da rotina cotidiana, vale a pena conferir!

EDITAL DA GALERIA DE ARTES DA FAV-UFG

A Galeria de Artes da Faculdade de Artes Visuais – FAV, da Universidade Federal de Goiás – UFG, lançou o edital para seleção de propostas de artistas e curadores entre 2001-2011. Mais informações podem ser obtidas no site: http://www.fav.ufg.br/galeriadafav/
Boa sorte aos participantes.

49 dicas para entender seu amigo designer…

Acabo de receber um email maravilhoso. Uma amiga que é designer me mandou um manual com “50 dicas para entender seu amigo designer…”.
Dá para rir muito. Vocês vão perceber que está faltando uma. Acontece que “euzinha” censurei. Então que tal vocês completarem a 50ª dica?! Quem é designer ai?! Vamos dizer como nos entender… Tudo pelo bem do planetinha.
Amizade é um empreendimento, é uma loucura!!!
Um abração para todos!

Segue a lista:

1-Há milhões e milhões de designers no mundo.
2-São egoístas e egocêntricos.
3-Todos tem salários baixos.
4-Não aceitam críticas (recebem mas não as entendem).
5-Se odeiam entre si.
6-Não sabem somar nem subtrair quando vão ao mercado.
7-Não sabem mudar uma lâmpada sem fazer um esboço.
8-Gostam de ver os créditos completos do filme (e cenas cortadas).
9-Dão palpites sem fim e não deixam você decorar a sua casa.
10-Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias).
11-Você nunca saberá se os documentos e credenciais são reais ou adulterados.
12-Fazem montagem com suas fotos.
13-Mantêm revista e qualquer coisa que tenha fotos no banheiro.
14-Idolatram pessoas totalmente desconhecidas (Bansky, Sagmeister, Basquiat, Paul Rand, etc.).
15-Tira fotos para seu diário todos os dias.
16-Acham que tudo pode ser resolvido com um Shape ou uma nova Layer.
17-Tudo é justificado a esquerda, direito e centro, pelo menos quando estão atrasados.
18-Todos odeiam a fonte “Comic Sans” (e amam Helvetica).
19-Tomam bebidas de qualquer espécie apenas porque gostam da embalagem.
20-Eles roubam placa da rua e orelhões telefônicos.
21-Roubam cartazes de shows e eventos e te fazem passar vergonha.
22-Amam tênis com cores estranhas e bizarras.
23-Usam all star com roupa social e acham o máximo.
24-Tem sempre marcas de tintas em suas mãos.
25-Eles ficam irritados com as palavras: bonito, feio e artista.
26-Eles precisam consultar a tabela Pantone antes de se vestir para saber a combinação correta e para ter um contraste legal.
27-Eles odeiam Office (Word, Excel, PowerPoint, Publisher).
28-Acham que podem salvar o mundo com um cartaz bonito.
29-Eles sempre sabem tudo todo o tempo.
30-Gostam de músicas “Indie” (Aquela música que metade da humanidade nunca ouviu falar).
31-Criam suas piadas locais, e vão rir daquele video que você achou sem graça no Youtube.
32-Lêem livros raros, histórias para crianças e semiótica.
33-Eles gastam horas incontáveis em seus espaços, rindo sozinhos, com seu computador.
34-Sua vida social é um desastre.
35-A maioria são viciados em tecnologia e gastam todo o dinheiro da família nisso.
36-Eles gostam de camisas com estampas e alguma brincadeira sobre algo atual ou muito retrô.
37-Todos tem suas lojas preferidas, que atendem o publico “Staile”.
38-Eles viram psicopatas quando você diz que design é apenas desenho.
39-Começam a rir sozinho quando pensam em como executar um job.
40-Sempre dizem que podem superar o trabalho dos outros.
41-Todos já foram ou cogitarão ser DJs (pelo menos uma vez).
42-Costumam vender tudo que compram, livros, revistas, canetas, camisetas (cuidado você está a venda).
43-Todos tem personalidade geeks e infantis.
44-Gostam de desenhos americanos ou japoneses e passarão horas assistindo.
45-Gostam de mudar de cidade, estado país o tempo todo.
46-Trabalham retocando foto de modelos e olhando mulheres em grande parte do seu tempo.
47-Assistem documentários e vão a museus.
48-Fumam Camel porque acham a carteira bonitinha.
49-Nunca conte com eles à noite, porque é a hora em que eles mais trabalham.

Festival 7 artes

Boa noite amigos!!!

Acabo de saber, tardiamente, que está acontecendo desde o dia 29 de janeiro de 2010, o Festival 7 artes no terceiro piso do Shopping Bougainville. O evento tem como objetivos a integração das linguagens artísticas (música, dança, cinema, artes plásticas, teatro e literatura) assim como a divulgação dessas manifestações a um público mais amplo. Ver coisas novas amplia o repertório de todos nós, então não é preciso ser artísta para ir conferir esse diálogo das artes. Vejam a programação completa abaixo, pois o Festival 7 artes acontecerá até o dia 7 de fevereiro.
O Shopping Bougainville está localizado na Rua 9, Setor Oeste.

Programação:


(29/01)
20h – Exposição de arte
20h – Show com a banda O Clan (MPB)
20h – Grafite ao vivo
21h – Dança (samba e zouk)

(30/01)
10h – Oficina de desenho (Reis Néri)
10h – Exposição de arte
13h15 – Sessão de cinema para assinantes do POPULAR (Chanel)
15h – Happy hour com Marcos Morgado (sax)
15h – Oficina Brincando com Arte (Joelma Gomes)
16h – Oficina de cartoon (Enágeo Coelho)
17h – Oficina de decupagem em tela (Miriam)
17h – Oficina de teatro de sombras para crianças (Rodrigo Almeida e Laura Castro)
17h – Pintura ao vivo (Morah)
19h – Oficina de forró (Luiza Café e Adriano Gomes)
19h – Oficina de papel e madeira (Sabino)
19h – Apresentação de dança flamenca

(31/01)
15h – Exposição de arte
15h – Oficina Criart para crianças (Sabino)
15h – Oficina de modelagem em argila para crianças (Gabriel Machado)
15h – Happy hour com Moka e Will Andrade (bateria e teclado)
16h – Oficina de cartoon (Enágio Coelho)
16h30 – Oficina de modelagem em argila (Gabriel Machado)
17h – Oficina de pintura em vidro (Maria Aline)
18h – Teatro infantil: Planeta Azul é Lindo (Cia Superfantástico)
18h – Oficina Brincando com Arte (Joelma Gomes)
19h – Oficina de forró (Luiza Café e Adriano Gomes)

(DIA 1º de fevereiro)
10h – Exposição de arte
16h30 – Oficina de pintura em ecobag (Solange)
18h30 – Oficina de composição em fotografia (Rosa Berardo)
19h – Oficina de dança popular brasileira (Cristina Bonetti)
19h – Happy hour com Plínio Tenuta (teclado)

(02/02)
10h – Exposição de arte
16h30 – Oficina de música (Márcia Jácomo)
17h30 – Oficina de pintura em tecido (Solange)
19h – Oficina de dança folclórica egípcia (Cláudia Lúcia)
19h – Show de Júlio (sax)
19h – Oficina de desenho a lápis para crianças (Marcos Scalon e Lucélia Badan)
20h – Oficina de dança folclórica árabe (Cláudia Lúcia)

(03/02)
10h – Exposição de arte
16h30 – Oficina de batik para criança (Márcia Jácomo)
16h30 – Oficina de pintura em ecobag (Solange)
17h30 – Oficina de grafite (Santhiago Vieira)
18h30 – Oficina de pintura em vidro (Maria Aline)
19h – Happy hour com Arnaldo Freire (violão)
19h – Oficina de desenho a lápis para criança (Marcos Scalon e Lucélia Badan)
20h30 – Oficina de samba (Luiza Café e Adriano Gomes)
20h30 – Oficina Terra Som: Interação entre Música e Artes Plásticas
(Rodrigo Almeida e Laura Castro)
21h – Pré-estreia do filme Urubus

(04/02)
10h – Exposição de arte
17h30 – Oficina de batik
para crianças (Márcia Jácomo)
17h30 – Oficina de pintura
em tecido (Solange)
19h – Oficina de música (Márcia Jácomo)
19h – Oficina de desenho a lápis para criança (Marcos Scalon e Lucélia Badan)
19h – Happy hour com Emídio Queiroz (violão)

(05/02)
10h – Exposição de arte
14h – Oficina de musicoterapia (Roberta Borges)
15h – Oficina de pintura (Solange)
15h – Happy hour com Moka e Will Andrade (bateria e teclado)
15h30 – Oficina de cartoon para criança (Enágio Coelho)
17h – Oficina de batik para criança (Márcia Jácomo)
17h – Oficina de pintura em vidro (Maria Aline)
18h30 – Oficina de música (Márcia Jácomo)
19h – Oficina de desenho a lápis para criança (Marcos Scalon e Lucélia Badan)
20h30 – Oficina de forró (Luiza Café e Adriano Gomes)

(06/02)
10h – Exposição de arte
10h – Oficina de desenho (Reis Libeiro Nery)
13h15 – Sessão de cinema para assinantes do POPULAR (filme a definir)
15h – Happy hour com Marcos Morgado (sax)
15h30 – Oficina de cartoon para criança (Enágio Coelho)
17h – Oficina de desenho e pintura (Santhiago Vieira)
17h – Oficina de decupagem em tela (Miriam)
19h – Oficina de teatro para jovens (Juliana Imítria)
19h – Pintura ao vivo (Santhiago Vieira)

(07/02)
15h – Exposição de arte
15h – Happy hour com Moka e Will Andrade (bateria e teclado)
18h – Teatro infantil: A Bela e a Fera (Cia Superfantástico)

“Estão perdendo o melhor da Festa por causa de besteira”

Foto de Isadora Pereira

Apresento hoje à vocês, Isadora Pereira. A garota possui 19 anos, é estudante e pretende cursar Fotografia e Relações Internacionais na UNB. Interessa-se por música, moda e gosta de pesquisar assuntos financeiros domésticos, empresariais e as ações do governo. Diverte-se em baladas lounge, em festas retrô, assim como shows de rock. Mas trago a vocês um estilo de vida, que não se preocupa com a opinião alheia, principalmente com os preconceitos corriqueiros em relação à sua imagem pessoal. Filha de ex- hair design, começou a pintar suas madeixas aos treze anos, assim como criar suas próprias maquiagens. Trago a entrevista que fiz com a moça.

Isabella Morenna – Com que freqüência você pinta e corta seus cabelos?

Isadora – Não tem uma freqüência exata. Se eu quiser pintar o meu cabelo eu pinto. Não precisa ser necessariamente de seis em seis meses. Se eu quiser passar um ano ou dez sem mexer no cabelo assim vai ser. Se eu quiser fazer eu faço. Agora mesmo vou mudar meu cabelo.

Isabella Morenna – O que a sua família acha dessa atitude? Você se importa com a opinião alheia?

Isadora – A atitude deles varia no corte. Se o corte e a pintura são extravagantes, o comentário deles é extravagante. Se o corte e a pintura são discretos, o comentário é discreto. E as pessoas também são assim. Nossa… Mas já é a segunda vez que mudo meu cabelo desde quando saí pela última vez com um garoto que gosto, isso sim me preocupa (risos).

Isabella Morenna – Essa foto que você está de cabelo bem curtinho… Você rapou a cabeça? Quantos anos você tinha?

Isadora – Eu acho que eu tinha 17 anos, acho que foi isso… Se eu rapei a cabeça? Não, eu deixei quatro dedos só, não cheguei a rapar. Me inspirei na Elis Regina. Mas resolvi fazer repicado, para não ficar tão certinho e curtinho como o dela. Repicado eu acho que deu um ar mais punk. E eu gosto de punk.

Foto de Isadora Pereira

Isabella Morenna – Fala mais sobre a reação das pessoas, principalmente quando você cortou o cabelo bem curtinho. Você acha que o preconceito quanto a isso acabou ou ainda está presente na sociedade?

Isadora - Não, muita gente achou que eu era lésbica quando eu cortei o cabelo curtinho, não é que ser lésbica seja um problema mas eles relacionaram meu cabelo à minha sexualidade, e eu só queria mudar o visual. Inclusive algumas amigas, que eu achava que tinha a cabeça mais aberta, mais tranqüila quanto a isso se rebelaram. Mas tenho amigo que é amigo mesmo, como o Sid, que de qualquer jeito que me aparentava ele era meu amigo: de mau humor, com cabelo azul, alegre e com o cabelo loiro ou vermelho. Para ele o mais importante era a Isadora e não o cabelo da Isadora. É engraçado como as pessoas te tratam de maneira diferente a medida do modelo do cabelo. O povo fala que a imagem e beleza não conta, mas é tudo hipocrisia de discussão escolar e a realidade é bem diferente.

Isabella Morenna – Como assim hipocrisia de realidade escolar? Fale mais sobre isso.

Isadora – Digamos que na realidade escolar, eles estão discutindo um assunto que não é real. O discurso em prática só fica ali mesmo. As pessoas, a ética bonitinha… que nem os professores conseguem colocar em prática… Os próprios que exigem que um assunto seja discutido. Muitos são hipócritas, defendem uma idéia que não conseguem cumprir. Tem idéias e condutas opostas, pois não colocam em prática, ainda julgam negativamente as pessoas que não concordam e que assumem que não concordam. Por exemplo: dentro da sala de aula, tratam as alunas bonitas de uma forma e as gordinhas de outra.

Foto de Isadora Pereira

Certa vez em uma aula de matemática, o professor passou um exercício no quadro para dizer que estava dando aula enquanto ele ia puxar assunto com outras meninas do tipo que usam calça jeans apertada, cabelo descolorido de escovinha, com brincos grandes e muita maquiagem. E minha colega, que era gordinha e inclusive uma das meninas mais alegre e gente boa que eu já conheci, foi perguntar sobre o exercício. Ele a tratou com veemência, como se ela estivesse atrapalhando o seu assunto muito importante com as outras alunas, que nem estavam fazendo a tarefa. Isso é tão bobo, tão arcaico, mas ainda continua acontecendo, esse tipo de comportamento deveria mudar.

Isabella Morenna – Qual a mensagem que você daria para essas pessoas que discriminam os outros conforme sua aparência?

Isadora - Eu diria coitada delas, pois elas estão perdendo pessoas ótimas como amigas, namoradas, companheiras, sócias, colegas de trabalho, tudo. Elas, essas pessoas, estão perdendo o melhor da festa por causa de besteira!

Saiu um dos concursos mais esperados na área cultural: Instituto Brasileiro de Museus

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 11.906, criando o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) vinculado ao Ministério da Cultura. O IBRAN terá sede em Braslília. Com ele foram criados 425 cargos efetivos de nível médio e superior. E para nossa surpresa o edital do concurso já saiu nessa quinta-feira (21 de janeiro de 2010). Entre as vagas, 139 são para os cargos de Analista I, 176 para os cargos de Técnicos em assuntos culturais e 39 vagas para Técnicos em Assuntos Educacionais, os três de nível superior. Para os concorrentes que possuem nível médio foram criadas 74 vagas para o cargo de Assistente Técnico I. Os salários podem chegar a 3.012, 82. As inscrições pela internet podem ser feitas entre os dias 21 de janeiro a 22 de fevereiro de 2010 no site www. funcab.org. Outra supresa é que estas inscrições também podem ser feitas nos correios entre os dias 25 de janeiro a 17 de fevereiro de 2010. Para maiores informações, entrem no site da FUNCAB (www.funcab.org) ou liguem nos telefones: (61) 3328-5331 e (61) 2621-0966. Boa Sorte aos participantes!

Contribuições

Meus queridos amigos, estava aqui pensando…
O que vou escrever para eles? Há tanto o que dizer…
Quero refletir sobre o clima,
sobre os acontecimentos no Haiti,
sobre o alto índice de focos da dengue encontrados na nossa cidade,
principalmente no maior bairro, o Jardim América. Porém não é exatamente sobre
isso que desejo realmente escrever.
Quero mesmo é interligar esses assuntos e falar de algo
que agrega a todos. Qual tema é esse?
O Planeta, meus irmãos. O nosso Planeta.
Esse que há alguns anos vem dando sinais de alerta para todos nós.
Como uma chuva em Angra dos Reis tem a ver com esse calor anormal
em Goiânia? E como o terremoto no Haiti pode ser nossa responsabilidade
se nem os cientista conseguiram prevê-lo?
Já não é mais tão difícil responder a essas perguntas. Rapidamente pensamos:
é devido ao aquecimento global, ele é a causa de tantos desequilíbrios.
Mas quando eu penso nesse aquecimento global, que parece ter sido provocado
por seres alienígenas cruéis, me vem a pergunta: quem haveria de destruir
o seu próprio habitat, o planeta em que vive?
Fomos nós. Disso também não há mais dúvida.
E agora, o que fazer?
Desesperar? Culpar Deus pelas catástrofes naturais? Dizer que Ele é injusto?
Esperar que somente os governantes tomem atitudes? Não.
Vou pegar emprestada a frase de Marina Santana:
“Vamos cuidar do nosso planetinha”.
Sim cuidar. E para que nossa conclusão não fique tão ampla vou propor algumas
maneiras desse cuidado realmente acontecer.
Primeiro dentro de casa, especificamente na cozinha.
Vocês devem estar pensando, “ela vai falar sobre o lixo…”
Ainda não. O lixo é produzido dentro de uma cozinha quando seus moradores
estão preparando seus alimentos.
E toda dona de casa sabe que quanto mais economia se faz, mais o desperdício
dos alimentos é evitado, e conseqüentemente, mais barato fica as compras no final do mês.
Também sou dona de casa, convivo com essa realidade todos os dias.
Acredito que todos podem ajudar a cuidar do planeta começando
pelo preparo dos alimentos em seus lares.
Trago outra idéia, que trará economia para o bolso dos pais e contribuirá com o ecossistema.
Quem ainda não comprou a lista de materiais escolares dos filhos?
O que isso tem a ver? Bem… lápis e papel são árvores cortadas. Mesmo que a marca x prometa
que seus produtos são produzidos com madeira fruto do reflorestamento, ainda sim,
estão sendo cortadas,
e a terra está sofrendo desgastes com esse processo.
Pai e mãe, tenha uma boa conversa com os seus filhos, veja os que eles já têm em casa.
Lápis de cor, não deixa de colorir só por que já foi apontado.
Tesoura, borracha e outros itens de outros anos escolares podem ser reutilizados.
Parece pouco, mas fará uma diferença na conta da papelaria,
e o planeta estará sendo protegido.
Por enquanto vou parar nessas duas hipóteses reais de preservação e economia.
Vou pensar mais sobre o que podemos fazer. Peço que vocês também pensem
e enviem suas sugestões. Isso é muito importante, estamos falando da nossa casa, de como mantê-la
em boas condições por muitos anos. Um abraço a todos. Isabella Morenna.

2010: tempo para tudo!

Sejamos realmente felizes em 2010!
Que além de entender o valor da natureza e a importância de sua preservação,
possamos perceber também o nosso próprio valor diante da vida.
Sejamos 10 no ano de 2010!!! Cuidar do planetinha inclui cuidar das pessoas que vivem nele. Vamos começar amando a nós mesmos pelo que somos, e não pelo que
temos. Amando cada segundo e agradecendo pelo ar que podemos respirar e pela água que podemos beber, pois são fontes naturais de energia.
Se não podemos presentear aos queridos. Não nos culpemos, é tempo de polpar.
Lembremos que vale muito, por exemplo, dar um abraço na família, agradecer por todos os momentos juntos, inclusive aqueles que
gostaríamos de esquecer. Esses momentos nos fizeram crescer.
Aos amigos e inimigos, dar aquilo que possuímos: um sorriso, um consolo, o perdão.
Não há dinheiro que pague um coração aliviado e um rancor esquecido.
Vamos nos dar mais uma chance para sermos realmente felizes.
Nesse novo ano teremos tempo para tudo, pois…

“Tudo tem o seu tempo determinado,
e há tempo para todo o propósito debaixo do céu;
Há tempo de nascer, e tempo de morrer;
tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
tempo de matar, tempo de curar;
tempo de derrubar, e tempo de edificar;
tempo de chorar, e tempo de rir;
tempo de prantear, e tempo de saltar;
tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras;
tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
tempo de buscar, e tempo de perder;
tempo de guardar, e tempo de deitar fora;
tempo de rasgar, e tempo de coser;
tempo de estar calado, e tempo de falar;
tempo de amar, e tempo de aborrecer;
tempo de guerra, e tempo de paz.” (Eclesiastes, 3:1a 8 )

Um forte abraço para todos!!!
Isabella Morenna

Os meus, os seus, os nossos…

O seu “molequinho”, o seu bebê, ou filhinho, ou garoto, e até mesmo moça da mamãe (qualquer que seja o apelido carinhoso) precisa receber limites para que seja um adulto íntegro e colabore de forma positiva para a sociedade.

Os pais não podem ter dúvidas quanto à importância do Não em determinados momentos.

Certa vez matriculei-me em um curso de língua estrangeira grega. Sempre fui muito curiosa, mesmo sem saber para que esse conhecimento me seria válido, insisti na matrícula. Uma semana depois, chegou até minhas mãos a frase: “Aprenda a dizer não, lhe será mais útil que saber ler grego.” (Autor desconhecido). Levei um choque! Que agenda mais sábia… Então fui até a escola de grego e cancelei minha matrícula, realmente eu ainda precisava aprender a dizer não com naturalidade e franqueza. E assim são os pais na relação com seus filhos. Falo isso pois vejo todos os dias, na escola em que trabalho, crianças com muito potencial sendo “enganadas” pelos presentes eletrônicos, após algum castigo ou nota alta que conseguem obter no final do bimestre.

Os autores ZAGURY(2002) e SANDSTROM(1975) afirmam que não dar limites é: Fazer só o que vocês, pai e mãe, querem ou estão com vontade de fazer; Ser autoritário, dando ordens sem explicar o motivo, e agir de acordo com os próprios interesses; Gritar com as crianças; Deixar de explicar o porquê das coisas, apenas impondo a lei do mais forte; Invadir a privacidade que todo o ser humano tem direito, inclusive os pequeninos; Deixar de atender as necessidades reais, como a fome, a sede, o afeto o interesse pelo cotidiano do filho; Provocar traumas emocionais, com agressões verbais, físicas, humilhações e desrespeito à criança. Lembrando que bater no filho é assinar seu próprio atestado de fracasso como educador, pois quando os pais se acalmam, sentem-se culpados e tendem a afrouxar novamente os limites que conseguiram estabelecer em meio à violência. Por outro lado, dar limites é: Ensinar que os direitos são iguais para todos; Ensinar que existem outras pessoas no mundo; Fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os dos outros; Dizer SIM sempre que possível, e NÃO sempre que for necessário; Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não; Fazer a criança ver o mundo com uma conotação social; Ensinar a tolerar pequenas frustrações, para que no futuro possam ser superadas com equilíbrio; Desenvolver a capacidade de adiar a satisfação; E principalmente: DAR O EXEMPLO!!

Isabella Morenna

Referencias Bibliográficas:

ZAGURY, Tânia. Limites sem trauma. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2002.
SANDSTROM, C.I. A psicologia da infância e a adolescência. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.